No Brasil, existem diferentes tipos de violência que calam e aprisionam milhões de mulheres diariamente. Nosso país ocupa o 5º lugar no ranking de feminicídio de acordo com a ONU Mulheres. E os índices são alarmantes. Cerca de 41% dos casos de violência acontecem dentro de casa. Além disso, 3 em cada 5 mulheres sofreram, sofrem ou sofrerão violência em um relacionamento afetivo. É urgente! Precisamos falar de relacionamento abusivo.

por JOSÉ REYNALDO DA FONSECA / CC WIKIMEDIA COMMONSA necessidade de manutenção e aprofundamento dos avanços democráticos conquistados nos últimos anos pelo Brasil Rural frente às eventuais ameaças de retrocesso por parte do governo de Michel Temer foi um ponto de consenso entre debatedores e público presentes ao debate “Agricultura Familiar, Agroecologia e Alimentação Saudável

Recentemente tem havido um enorme aumento dos ataques a computadores e dispositivos que bloqueiam o sistema operacional ou os dados da memória ou disco, inutilizando-os temporariamente - a recuperação é feita depois que o usuário afetado paga uma quantia ao atacante. Esses ataques têm gerado prejuizos a empresas e organizações estimados nos EUA em dezenas de bilhões de dólares, tanto pela perda de dados como pelo prejuizo decorrente da paralisação de seus sistemas.

Uma sociedade só pode ser chamada de democrática com participação igualitária entre homens e mulheres. Com o objetivo de trazer este princípio para as eleições municipais de outubro deste ano, ONU Mulheres, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Instituto Patrícia Galvão e o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades da Universidade de Brasília (Demodê/UnB) lançam hoje, às 10h, na Casa da ONU, em Brasília, a plataforma online “Cidade 50-50: Todas e Todos pela Igualdade”.

Nos dias 28 a 30 de setembro acontece o Fórum Pro Bono América Latina, evento inédito realizado pelo Instituto Pro Bono em São Paulo. É a primeira vez que o Brasil sedia um encontro internacional sobre a promoção do acesso à justiça e combate à discriminação. Serão três dias de grupos de trabalho, reunindo os principais atores da região comprometidos com litigância gratuita e mobilização política em defesa dos direitos humanos de grupos vulneráveis.

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