Diversificados agentes de agressão, incluindo o Estado, maior exposição à violência tipificada na Lei Maria da Penha, inclusive no ambiente de trabalho, como no caso das trabalhadoras domésticas, e maior insegurança até mesmo dentro do lar. Estas são realidades vividas pelas mulheres negras no Brasil que evidenciam a relação intrínseca entre o racismo estruturante da sociedade brasileira e as violações de direitos sofridas cotidianamente por um quarto da população nacional.

Trinta e cinco mulheres vestidas de preto, com idades entre 44 e 80 anos e uma lembrança em comum: elas teriam sido estupradas pelo comediante Bill Cosby entre 1960 e 2000. Dentre aquelas que contam sua história na matéria “Cosby: As Mulheres, uma Irmandade Indesejada”, tema de capa da revista New York Magazine, estão as atrizes Beverly Johnson e Lili Bernard e a modelo Janice Dickinson, ao lado de outras modelos, atrizes, jornalistas, esportistas e até colegas de trabalho de seu programa de TV, A Hora de Bill Cosby.

Por Marcela Reis, do Observatório

“A comunicação periférica é uma comunicação distinta, é diferente de outros estilos jornalísticos: o que vai contar muito é a sua vivência como morador que conhece e está inserido naquela realidade. Isso dá mais crédito ao conteúdo publicado, porque você simplesmente conta o que está presenciando”.

Nota Pública da Abong – Organizações em Defesa de Direitos e Bens Comuns sobre o adiamento da entrada em vigor da Lei 13.019/2014

A aprovação pelo Congresso Nacional e, posteriormente, a sanção presidencial da Lei 13.019/2014 foi uma conquista da sociedade civil após mais de trinta anos de luta. Finalmente, com a edição desta lei, há um reconhecimento da importância das organizações da sociedade civil brasileira para a construção da cidadania, a execução das políticas públicas, o direito ao acesso a recursos públicos e a garantia de democracia.

A proposta de redução dos custos das campanhas eleitorais diminui o período de propaganda de rádio e TV de 45 para 30 dias; reduz os programas diários de 50 para 30 minutos, amplia a propaganda eleitoral por meio de inserções para um total de 40 minutos diários e proíbe expressamente a contratação de cabos eleitorais.

- A proibição total da contratação de cabos eleitorais surgiu no debate e foi feita para evitar a compra e manipulação de votos. Foi majoritariamente uma posição do Senado, mas ainda não está de acordo com a Câmara – explicou Jucá.

Repetido como mantra no passado e ainda sendo a aposta de muitas marcas hoje em dia, a eficácia da violência e da sexualidade nas propagandas foram questionadas por estudiosos norte-americanos.

No último dia 20, uma análise foi publicada no “Psychological Bulletin”, da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, dizendo que quando o anúncio é sensual, o consumidor tende a prestar mais atenção ao “formato”, esquecendo o “conteúdo” da mensagem.

As entidades da sociedade civil subscritoras da presente nota vêm a público expressar seu repúdio pelo procedimento inconstitucional, ilegal, antirregimental e ilegítimo que levou à homologação de uma nova composição para o Conselho de Comunicação Social (CCS), na quarta-feira (8/7). Desrespeitando o §2 do Art. 4º da Lei nº 8.389, de 1991, e o Decreto Legislativo nº 77/2002, o Congresso supostamente escolheu os novos conselheiros numa sessão conjunta entre Senado e Câmara dos Deputados.

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