*por Silvia Patricia Costa
Casos como o do menino negro acorrentado e violentado no Rio de Janeiro por “justiceiros”, do ator e psicólogo que foi preso por engano sendo confundido com um assaltante no Rio de Janeiro, do pedreiro Amarildo que desapareceu após ser detido pela polícia carioca e do jovem negro de Salvador que foi preso por roubar três livros para estudar evidenciam atos de violência e de discriminação racial.